quarta-feira, 30 de dezembro de 2009



(João 2:1-12)

Esta é uma passagem dos evangelhos onde Jesus, no início de seu ministério participou de um casamento juntamente com toda a sua família e seus discípulos.

A Bíblia registra no versículo 3: “Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não tem mais vinho.”

Onde tem vinho... - Existe festa, alegria, comunhão.

Infelizmente são inúmeros casamentos em que o vinho já acabou há muito tempo;
Tudo corre muito bem... até que no relacionamento conjugal acaba o principal do casal - - - o vinho;
A dedicação acaba, O empenho, de fazer o melhor para o outro aos poucos vai cessando. Os elogios já não existem, dando lugar às cobranças. A desconfiança, o ciúme doentio, a falta de paz, de carinho, de compreensão passa a ser rotina na vida do casal;
Logo o desrespeito, a falta de comunicação, a insensibilidade e as críticas que machucam a alma e o espírito, chegam para ficar. O romantismo já não é mais o mesmo, quando do inicio do casamento e a culpa é da falta de tempo, de não ter tempo para curtir o outro;
As transformações do corpo ficam evidenciadas, tanto no homem como na mulher na medida em que os anos passam, e daí vem a fixação pela busca do jovem, da jovem com quem se casou e que muitas vezes já não corresponde às expectativas;
Parece que o vinho acabou – com ele as alegrias, as festas, a amizade, o companheirismo, a cumplicidade e o amor também terminam. Sinais de amargura e de ressentimentos começam a brotar. Dúvidas no relacionamento passam a ser mais intensas, gerando brigas e discórdias;
Logo as evidências e os primeiros sintomas de traição, de infidelidade e de falta de respeito para com o cônjuge do tipo: mentiras, chegar tarde em casa, sair sem dar explicações convincentes, viagens demoradas, falta de notícias, perfumes diferentes, etc;
Do adultério confirmado, confessado ou flagrado nasce o ódio, o rancor, a violência e a dor de ser passado para trás. As brigas se intensificam tendo na maioria das vezes como espectadores os próprios filhos, que passam a fazer parte direta ou indiretamente do jogo de persuasão e de difamação de um para com o outro. Os filhos tornam-se escudo de puros interesses pessoais e egoístas de seus pais;
Daí para a separação de corpos, de cama, de casa é um passo aparentemente necessário. O divórcio é o meio de resolver a situação. Uma realidade onde o perdão não é cogitado. Na realidade o divórcio passa a ser ponto de honra, na esperança de sair o mais rápido possível do relacionamento e esperar de alguma forma ou por algum meio de ser feliz novamente no futuro, quem sabe com um próximo parceiro.
Este é o quadro que se repete em muitas famílias. Será que existe solução para um relacionamento em que se vê nitidamente um caminhar para a falência, para a dissolução?



Por que o vinho acaba em muitos relacionamentos conjugais?



Queridos, A solução é Jesus Cristo.

Jesus conviveu com Pedro sabendo que ele o negaria. Nem por isso deixou de amá-lo com intensidade. Pedro teria que passar por uma restauração e nascer de novo. Logo após o novo nascimento, Pedro se transforma em um homem notável e cheio da unção do Espírito Santo.
Não devemos “engessar” pessoas achando que elas nunca vão mudar. Não houve, não há, nem nunca haverá homem que, diante do poder do Altíssimo, não estremeça a alma. Deus tem todo o poder em suas mãos e não há nada que aconteça no universo oculto a seus olhos. Ele mesmo diz que o tempo é de restauração . 


Rute 1:16 - Disse, porém, Rute: Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus;

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